UNIÃO DE FREGUESIAS DE SALVADA E QUINTOS

A União de Freguesias de Salvada e Quintos, no concelho de Beja, foi criada em 2013 no âmbito da reorganização administrativa do território português. Resultou da junção das antigas freguesias de Salvada e Quintos, duas localidades com raízes profundas na história e na tradição do Alentejo.
A Salvada sempre viveu em forte ligação à terra. O cultivo de trigo e o olival marcaram a economia local e moldaram a paisagem. No centro da localidade ergue-se a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, construída no século XVI, que continua a ser um símbolo espiritual e cultural da comunidade.

Quintos encontra-se junto ao rio Guadiana, elemento que durante séculos influenciou a vida e o trabalho da população. A freguesia guarda a sua memória coletiva através da Igreja de Santa Catarina, um templo com traços manuelinos e remodelações setecentistas, que testemunha a devoção e a resiliência das suas gentes.

PATRIMÓNIO, CULTURA E NATUREZA

A União de Freguesias de Salvada e Quintos valoriza o seu património, onde se cruzam religiosidade, agricultura e natureza. Trilhos como a Rota do Pão e os percursos das Azenhas e Fortins do Guadiana convidam a descobrir a paisagem agrícola, as antigas estruturas ribeirinhas e a autenticidade do Alentejo.

UMA FREGUESIA COM FUTURO

Com 1 181 habitantes e quase 200 km² de território, a União de Freguesias de Salvada e Quintos representa a essência do Alentejo profundo: a calma, a hospitalidade e a ligação às raízes. Ao mesmo tempo, aposta no futuro, valorizando o seu património natural e cultural e reforçando a proximidade com a comunidade.

0 km²
Censos 2021
0 habitantes

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O QUE VISITAR

Desde as igrejas seculares e locais que juntaram gerações, até às rotas que seguem o rio Guadiana ou atravessam campos, este é um território onde a tradição e a memória se encontram.

ONDE COMER

Sentar-se à mesa no Alentejo é muito mais do que uma refeição: é um ritual de partilha, de sabores fortes e de histórias passadas de geração em geração.

ONDE FICAR

Depois de um dia entre património e trilhos, apetece abrandar. Aqui, dormir é mais do que descansar: é ouvir o silêncio do campo, sentir o cheiro do pão e do azeite, e acordar com a luz limpa do Alentejo.